Leila Pereira afirma que viagens no avião e obras no clube social devem ser contadas no valor do patrocínio



No mês de outubro de 2023, logo após o Palmeiras ser desclassificado na Libertadores, a presidente Leila Pereira fez uma entrevista coletiva longa e controversa, e entre os temas tratados comentou sobre o valor do patrocínio que suas empresas dão ao clube, R$ 81 milhões desde 2019.


Ela negou a possibilidade de aumentar o investimento, e afirmou que a reforma que está realizando nas piscinas da sede social, e as caronas que o time alviverde pegou no avião que ela comprou para a Placar Linhas Aéreas, devem ser considerados como patrocínio, mesmo que isso não esteja no contrato.


“A Crefisa paga R$ 81 milhões. Eu era exclusiva com todas camisas, da base, do feminino. Eu cedi o feminino para que outras empresas investissem. E temos outros tantos milhões do feminino, e não diminui o valor do patrocínio. Além disso, tem o avião que eu disponho pro Palmeiras, que só nessas viagens foram R$ 3 milhões de economia pro Palmeiras, como os milhões de reforma que eu faço do meu bolso no clube social. Isso tudo tem que ser incluído nesse patrocínio. Isso tudo que gera o 1 bilhão e 200 milhões de reais que eu coloquei no Palmeiras”, declarou a presidente, há exatamente 88 dias.


Hoje, Flamengo e Corinthians já ganham por 1 propriedade da camisa mais do que Crefisa e FAM pagam por todos espaços da camisa do Palmeiras; o Flamengo fechou um contrato de R$ 170 milhões pelo patrocínio master (por 2 anos), enquanto que o Corinthians anunciou parceria de R$ 360 milhões por 3 temporadas.


Se fosse ajustado pelo índice da inflação, o acordo entre Palmeiras e Crefisa/FAM, de R$ 81 milhões por ano e que está congelado há 6 temporadas, deveria render, em 2024, R$ 107 milhões, como o PTD mostrou em dezembro. O contrato de exclusividade assinado pelo ex-presidente Maurício Galiotte vai até dezembro.

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